Regimes “milagrosos”, remédios que prometem transformar a silhueta e uma eterna briga com a balança e com o espelho. É assim a vida de milhares de pessoas com alguns ou muitos “quilinhos” a mais. De acordo com o IBGE, no Brasil são 38,8 milhões de pessoas com 20 anos ou mais que estão acima do peso, o que significa 40,6% da população. E, dentro deste grupo, 10,5 milhões são obesos. Diversos tipos de cirurgia da obesidade ganharam espaço na mídia nos últimos anos e se tornaram uma alternativa para quem está com o índice de massa corporal (IMC) acima de 40. No entanto, quem quer perder peso e não pode, não deve ou não quer se submeter a um procedimento cirúrgico, uma ótima alternativa é o BALÃO GÁSTRICO.
A procura pelo balão gástrico, que já é utilizado no mundo todo, cresce a cada ano no Brasil. A Silimed, única fabricante brasileira do balão, desenvolveu com o cirurgião-gastroenterologista Dr. Gustavo Carvalho, professor da Universidade de Pernambuco (UPE), um balão gástrico que pode ser implantado e retirado com segurança ambulatorialmente. Em média, o paciente tem perdido 47,5% do excesso de peso após seis meses de uso do balão. Há alguns casos em que a perda pode chegar a todo excesso de peso.
O dispositivo é constituído por uma membrana esférica de silicone que proporciona perda de peso mais facilmente. O balão gástrico, ainda vazio, é inserido pela boca do paciente (sedado) via endoscopia. No estômago, ele é preenchido com solução salina contendo azul de metileno e contraste iodado (500 a 750ml). A válvula é automaticamente lacrada quando o cateter de enchimento é removido. Até 40% do volume do estômago pode ser ocupado pelo balão, o que reduz bastante a vontade e a capacidade de comer. “O procedimento de inserção é rápido, não necessita de anestesia geral ou internação hospitalar. É totalmente ambulatorial. Estima-se uma perda de peso em torno de 8 a 25 quilos por balão. O paciente deve ter acompanhamento médico e nutricional durante o tratamento bem como após a retirada do balão”, diz o médico.
Recentemente o balão gástrico da Silimed vem sendo muito utilizado também para fins estéticos. “Os pacientes estéticos (IMC abaixo de 30) apresentam resultados ainda mais promissores que os obesos graves”, completa Carvalho, que já teve dois artigos sobre sua experiência com o balão publicados na conceituada revista Obesity Surgery (“An Improved Intragastric Balloon Procedure Using a New Balloon: Preliminary Analysis of Safety and Efficiency” e “The Use of an Improved Intragastric Balloon Technique to Reduce Weight in Pre-obese Patients—Preliminary Results”).
Apenas 2% dos pacientes apresentam rejeição ao balão e necessitam da retirada precoce do dispositivo. Efeitos adversos, como dor abdominal, vômitos e náuseas logo após a colocação, são controlados com medicamentos, sendo eventual a necessidade de internamento hospitalar por 24h para controle destes sintomas no dia seguinte a colocação.
Serviço: www.silimed.com.br