Novela “A Escrava Isaura” resumo 01/03: no capitulo 038 (*) da novela “A Escrava Isaura”, quarta-feira, 01 de março, Gioconda chora sobre o leito de Gabriel que está em coma. Bernardo acha um diamante no riacho. Henrique pede a seu pai que vá até à casa da Condessa avisar Isaura que Leôncio está indo para lá. Sargento e Leôncio chegam a casa da Condessa. Miguel e Isaura escondem-se no quarto de Gabriel. Tomásia não deixa que Leôncio entre em sua casa. Bernardo beija Moleca e mostra-lhe o diamante. Leôncio vai ao juiz pedir uma carta de autorização para entrar na casa de Condessa. Os escravos de Leôncio ficam dispostos estrategicamente ao redor da casa de Tomásia para Isaura não fugir.
O juiz autoriza Leôncio a entrar no quarto de Gabriel. André encontra seus amigos escravos nas terras da Condessa e descobre que Leôncio prometeu dar a alforria ao escravo que encontrar Isaura. André fica calmo e vai até Isaura, diz-lhe que estão cercados por colegas. O cerco de escravos foge para o quilombo. Malvina diz a seu pai que ama Leôncio e quer voltar para ele. Helena arde em febre. Margarida beija o Dr. Paulo na boca. Leôncio não encontra Isaura. Geraldo conta a Álvaro que Branca vai doar as suas jóias à Sociedade Abolicionista. André ouve os passos da tropa do capitão-do-mato atrás deles. André faz-se de isco para o capataz.
Raimundo chicoteia o escravo que não fugiu. Violeta conta a Belchior que Flor de Liz foi quem entregou o ataque à fazenda para Leôncio. Tomásia quer colocar um espia na fazenda de Leôncio. Isaura e Miguel saem do esconderijo e fogem na direção oposta a de André. Leôncio vê o fantasma de seu pai e desmaia. André consegue fugir do capitão do mato e vai para onde está Isaura.
(*) edição da Rede Record, Novela “A Escrava Isaura”, sujeito a alteração de data e conteúdo.
A Escrava Isaura é uma telenovela brasileira produzida pela Rede Record de Televisão e exibida entre 18 de outubro de 2004 e 29 de abril de 2005, totalizando 167 capítulos, 27 a mais que o originalmente previsto. Escrita por Tiago Santiago, Anamaria Nunes com colaboração de Altenir Silva e dirigida por Herval Rossano, Fábio Junqueira, Emílio Di Biasi e Flávio Colatrello Jr., é inspirada no romance homônimo de 1875, escrito por Bernardo Guimarães. A obra foi um sucesso logo após ser publicada, em parte pelo apelo feminino em razão do sentimentalismo do enredo. O livro toca em pontos abolicionistas, que eram controversos na época e é considerado um marco na literatura abolicionista brasileira.